Um garoto de doze anos é preso e obrigado a ser uma criança-soldado. Fã de hip hop e de boa literatura, Ishmael Beah, após passar a infância e a adolescência na roda-viva da guerra, foi reabilitado pela Unicef e teve a chance de contar o que qualquer ficção jamais conseguiria recriar. O texto é belíssimo, embora trate de um episódio terrível da história africana. Vale a pena entender como tantas crianças são recrutadas para a guerra.
Aconteceu na Manchete: as histórias que ninguém contou
Persépolis é uma autobiografia em quadrinhos da iraniana Marjane Satrapi. Recentemente foi publicada em volume único, que reúne as quatro partes da história. Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã no regime xiita. O livro é comovente e emocionante. Só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente,o humor se infiltra no drama ? e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar. É impossível não se emocionar com a história de Marjane. Os diálogos são lindos e a narrativa é muito envolvente.
Jornalista: Profissão Mulher
A jornalista Lia Habib retrata histórias de vida e profissão de algumas das mais importantes mulheres que estão à frente da imprensa brasileira. O livro traz experiências, desafios e conquistas de algumas das mais importantes mulheres que estão fazendo história na imprensa e que souberam transformar sonhos em realizações. O livro reúne depoimentos de vinte e nove jornalistas. Alice-Maria, Andréa Dantas, Anne Porlan, Célia Pardi, Claudete Troiano, Cristina Poli, Diléa Frate, Eliane Cantanhêde, Fátima Bernardes, Glenda Kozlowski, Helena de Grammont, Joyce Pascowitch, Joyce Ribeiro, Maria Helena Amaral, Maria Lydia, Marilei Zanini, Mônica Pimentel, Mônica Waldvogel, Neide Duarte, Olga Bongiovanni, Renée Castelo Branco, Salette Lemos, Sílvia Poppovic, Silvia Sayão, Solange Serpa, Thaís Oyama, Theresa Walcacer, Vera Íris Paternostro e Yara Peres, que contam histórias do dia-a-dia na profissão, experiências de vida e falam sobre carreira, família, maternidade e relacionamentos.
O Beijo da Morte
Pra quem ama a mistura Jornalismo + história, O Beijo da Morte, é um romance-reportagem que trata de mortes misteriosas de grandes políticos brasileiros e até mesmo latino-americanos, entre os quais entre as quais JK, Jango e Lacerda. Segundo os autores, historiadores, estes políticos teriam sido vítimas de conspiração política internacional. De qualquer modo esses fatos ainda estão obscurecidos por falta de dados concretos.
A Ladeira da Saudade
Foi o primeiro livro que li quando criança. A partir dessa experiência, não larguei mais a literatura. A história é linda e apaixonante. Ladeira da Saudade é um romance escrito por Ganymédes José e foi publicado em 1984, o ano em que eu nasci. O livro fala sobre o amor de uma adolescente do século XX, em Ouro Preto, Minas Gerais, e sobre os preconceitos raciais e sociais. A personagem principal foi a inspiração para o nome da minha filha, Marília.
Corações de Pedra
Lançado em 1984, também foi escrito por Ganymédes José Santos de Oliveira, um dos mais influentes escritores da literatura infantil brasileira nos anos 70 e 80.
Aos Meus Amigos
O livro que inspirou a minissérie Queridos Amigos, de Maria Adelaide Amaral é um romance, baseado em fatos reais da vida da autora. A história gira em torno da morte do escritor e publicitário Leo (inspirado em Décio Bar, amigo da escritora, a quem o romance é dedicado). É o seu suicídio que, no agitado ano de 1989 (disputa feroz pela presidência da República entre Collor e Lula, fim dos anos 1980, queda do Muro de Berlim, começo do fim da Guerra Fria, fim do socialismo, ascensão dos EUA como única superpotência, expansão da AIDS, acirramento das questões ambientais e étnicas), mobilizará a retomada da 'velha turma', que vivera intensamente os ideais da esquerda nos anos da ditadura militar brasileira (1964-1985). Um reencontro feito também de desencontros, inclusive políticos.
Aconteceu na Manchete: as histórias que ninguém contou
Este livro reúne textos de profissionais que trabalharam em várias revistas da Bloch, depoimentos de jornalistas e de personalidades que mantiveram estreita ligação com a Revista Manchete. Fatos curiosos e históricos, reproduções fotográficas e surpreendentes revelações sobre a atuação jornalística e os bastidores da extinta Manchete completam esta obra que conta a história de uma das maiores editoras de revista do país.
PersépolisPersépolis é uma autobiografia em quadrinhos da iraniana Marjane Satrapi. Recentemente foi publicada em volume único, que reúne as quatro partes da história. Marjane Satrapi tinha apenas dez anos quando se viu obrigada a usar o véu islâmico, numa sala de aula só de meninas. Nascida numa família moderna e politizada, em 1979 ela assistiu ao início da revolução que lançou o Irã no regime xiita. O livro é comovente e emocionante. Só na França vendeu mais de 400 mil exemplares. Em Persépolis, o pop encontra o épico, o oriente toca o ocidente,o humor se infiltra no drama ? e o Irã parece muito mais próximo do que poderíamos suspeitar. É impossível não se emocionar com a história de Marjane. Os diálogos são lindos e a narrativa é muito envolvente.
Jornalista: Profissão Mulher
A jornalista Lia Habib retrata histórias de vida e profissão de algumas das mais importantes mulheres que estão à frente da imprensa brasileira. O livro traz experiências, desafios e conquistas de algumas das mais importantes mulheres que estão fazendo história na imprensa e que souberam transformar sonhos em realizações. O livro reúne depoimentos de vinte e nove jornalistas. Alice-Maria, Andréa Dantas, Anne Porlan, Célia Pardi, Claudete Troiano, Cristina Poli, Diléa Frate, Eliane Cantanhêde, Fátima Bernardes, Glenda Kozlowski, Helena de Grammont, Joyce Pascowitch, Joyce Ribeiro, Maria Helena Amaral, Maria Lydia, Marilei Zanini, Mônica Pimentel, Mônica Waldvogel, Neide Duarte, Olga Bongiovanni, Renée Castelo Branco, Salette Lemos, Sílvia Poppovic, Silvia Sayão, Solange Serpa, Thaís Oyama, Theresa Walcacer, Vera Íris Paternostro e Yara Peres, que contam histórias do dia-a-dia na profissão, experiências de vida e falam sobre carreira, família, maternidade e relacionamentos.
O Beijo da Morte
Pra quem ama a mistura Jornalismo + história, O Beijo da Morte, é um romance-reportagem que trata de mortes misteriosas de grandes políticos brasileiros e até mesmo latino-americanos, entre os quais entre as quais JK, Jango e Lacerda. Segundo os autores, historiadores, estes políticos teriam sido vítimas de conspiração política internacional. De qualquer modo esses fatos ainda estão obscurecidos por falta de dados concretos.
A Ladeira da Saudade
Foi o primeiro livro que li quando criança. A partir dessa experiência, não larguei mais a literatura. A história é linda e apaixonante. Ladeira da Saudade é um romance escrito por Ganymédes José e foi publicado em 1984, o ano em que eu nasci. O livro fala sobre o amor de uma adolescente do século XX, em Ouro Preto, Minas Gerais, e sobre os preconceitos raciais e sociais. A personagem principal foi a inspiração para o nome da minha filha, Marília.
Corações de Pedra
Lançado em 1984, também foi escrito por Ganymédes José Santos de Oliveira, um dos mais influentes escritores da literatura infantil brasileira nos anos 70 e 80.
Aos Meus Amigos
O livro que inspirou a minissérie Queridos Amigos, de Maria Adelaide Amaral é um romance, baseado em fatos reais da vida da autora. A história gira em torno da morte do escritor e publicitário Leo (inspirado em Décio Bar, amigo da escritora, a quem o romance é dedicado). É o seu suicídio que, no agitado ano de 1989 (disputa feroz pela presidência da República entre Collor e Lula, fim dos anos 1980, queda do Muro de Berlim, começo do fim da Guerra Fria, fim do socialismo, ascensão dos EUA como única superpotência, expansão da AIDS, acirramento das questões ambientais e étnicas), mobilizará a retomada da 'velha turma', que vivera intensamente os ideais da esquerda nos anos da ditadura militar brasileira (1964-1985). Um reencontro feito também de desencontros, inclusive políticos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário