No circo tem palhaço? Tem sim senhor! É justamente nesta figura essencial para o clima mágico que contagia os pequenos e os mais crescidos embaixo da lona colorida que o Festival de Circo do Brasil direcionou seus holofotes para a edição deste ano. No Recife, o avento aporta entre os dias 4 e 7 deste mês.
Na coordenação do evento desde 2004, Danielle Hoouter explica a proposta para esse ano. "Essa edição é voltada para o clown. Buscamos selecionar números e espetáculos que tenham humor na sua essência”. Entre os convidados do evento estão expoentes desse novo perfil de palhaços contemporâneos, como é o caso do francês Dimitri Hatton, e os mais tradicionais também, como os irmãos Saúde, que iniciaram uma saga de 45 dias e quase 10 mil km levando a magia do circo pelo Brasil.
Segundo Danielle, cada edição do evento é direcionada a um conceito distinto. “No ano passado, o festival se voltou para as relações Brasil-França. Agora nosso foco são os clowns da França, da Argentina e do Brasil”. Segundo ela, a organização procurou trabalhar as várias vertentes do circo - o de rua, o de teatro, o de lona, e o contemporâneo - a partir da figura onipresente no imaginário infantil do palhaço, desde os mais extravagantes até os mais simples. Um dos destaques da programação no Recife é um espetáculo de acrobacia aérea francesa.
Por conta das limitações de orçamento e de captação de recursos, o festival deste ano será reduzido e a ediçao foi formatada em quatro dias. Cerca de 20 mil pessoas devem acompanhar a programação, de acordo com os cálculos da organização. do festival. “Nossa essência é ser itinerante e aberto ao público”, reforça Danielle. Entre os locais de apresentação dos espetáculos estão a Praça da Arsenal, os parques 13 de Maio e da Jaqueira e o zoológico de Dois Irmãos.
Na noite de abertura, a atração principal é Dimitri Hatton. Com um currículo que inclui apresentações na China e na Europa e passagem no Cirque du Soleil, Dimitri acredita que sua performance traz temas universais. A ideia do espetáculo começa com a limpeza e preparação do palco para só depois o clown entrar em cena. Nesse contexto, uma simples ação cotidiana ganha novos ares.
Segundo o palhaço, a grande proposta é ser ao mesmo tempo catastrófico e engraçado.Esta é a primeira vez de Hatton no Brasil. Ele fará três apresentações. A primeira no show de abertura e as outras duas no Teatro Apolo. Em cena, ele vive um personagem tímido e desajeitado.
Em teoria, o espetáculo é o mesmo nas três ocasiões, mas ele avisa que há muita improvisação.Segundo Danielle, a grande expectativa para e edição deste ano do festival é a companhia espanhola Res de Res, que encerra o festival trazendo uma encenação que desafia as leis da gravidade com uma performance muito contundente sobre os sem-terra.
Na coordenação do evento desde 2004, Danielle Hoouter explica a proposta para esse ano. "Essa edição é voltada para o clown. Buscamos selecionar números e espetáculos que tenham humor na sua essência”. Entre os convidados do evento estão expoentes desse novo perfil de palhaços contemporâneos, como é o caso do francês Dimitri Hatton, e os mais tradicionais também, como os irmãos Saúde, que iniciaram uma saga de 45 dias e quase 10 mil km levando a magia do circo pelo Brasil.
Segundo Danielle, cada edição do evento é direcionada a um conceito distinto. “No ano passado, o festival se voltou para as relações Brasil-França. Agora nosso foco são os clowns da França, da Argentina e do Brasil”. Segundo ela, a organização procurou trabalhar as várias vertentes do circo - o de rua, o de teatro, o de lona, e o contemporâneo - a partir da figura onipresente no imaginário infantil do palhaço, desde os mais extravagantes até os mais simples. Um dos destaques da programação no Recife é um espetáculo de acrobacia aérea francesa.
Por conta das limitações de orçamento e de captação de recursos, o festival deste ano será reduzido e a ediçao foi formatada em quatro dias. Cerca de 20 mil pessoas devem acompanhar a programação, de acordo com os cálculos da organização. do festival. “Nossa essência é ser itinerante e aberto ao público”, reforça Danielle. Entre os locais de apresentação dos espetáculos estão a Praça da Arsenal, os parques 13 de Maio e da Jaqueira e o zoológico de Dois Irmãos.
Na noite de abertura, a atração principal é Dimitri Hatton. Com um currículo que inclui apresentações na China e na Europa e passagem no Cirque du Soleil, Dimitri acredita que sua performance traz temas universais. A ideia do espetáculo começa com a limpeza e preparação do palco para só depois o clown entrar em cena. Nesse contexto, uma simples ação cotidiana ganha novos ares.
Segundo o palhaço, a grande proposta é ser ao mesmo tempo catastrófico e engraçado.Esta é a primeira vez de Hatton no Brasil. Ele fará três apresentações. A primeira no show de abertura e as outras duas no Teatro Apolo. Em cena, ele vive um personagem tímido e desajeitado.
Em teoria, o espetáculo é o mesmo nas três ocasiões, mas ele avisa que há muita improvisação.Segundo Danielle, a grande expectativa para e edição deste ano do festival é a companhia espanhola Res de Res, que encerra o festival trazendo uma encenação que desafia as leis da gravidade com uma performance muito contundente sobre os sem-terra.
Por Greyce Falcão/especial para o Diario 03.11.2010

