A vida nos dá grandes oportunidades. Uma delas é de exercer o papel de mãe. No entanto, nem todas as mulheres “nasceram” para esse ofício. Muitas apenas cumprem o curso biológico de gerar e parir, e depois desaparecem, se eximindo de qualquer ato de amor e de responsabilidade.
Uma filha, abandonada pela mãe, pode ter vários destinos. Uma pode ser professora, a outra “Maria chuteira”. O certo, é que quase sempre os futuros são trágicos, desorientados, desestruturados. É muito fácil querer agora, criar um neto, que ela nem queria conhecer, herdeiro de uma fortuna, quando a vida inteira, negou-se amor, afeto e presença à própria filha. Filha essa, que, abandonada com apenas cinco meses, cresceu sonhando com a fama, o sucesso, e o dinheiro, a qualquer custo. Faltou “pé no chão”, faltou conversa, faltou limite, faltou uma MÃE!!!
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